Isla del Sol

Não tivemos muito tempo de esquentar lugar no Kota Kahuaña Palace. Foi a conta de abandonar a bagagem no quarto, almoçar rapidinho e partir para o nosso primeiro passeio da cidade: uma visita à Isla del Sol.

A Isla del Sol e a Isla de la Luna são os passeios mais procurados por quem vai a Copacabana. A mais próxima da margem é a Isla del Sol, também a mais recomendada para quem não quer ou não pode fazer passeios que demandem mais esforço fí­sico – na Isla del Sol pode-se escolher passeios mais leves ou mais puxados, mas não é preciso pernoitar para desfrutar das belezas da ilha. Por causa da minha coluna meio ferrada, eu me preocupei desde o iní­cio do planejamento em escolher apenas os passeios mais brandos – e deu super certo!

Em dois minutos de caminhada (literalmente!) chegamos ao pier onde estava atracado o nosso barco. E em pouco mais de meia hora de navegação chegamos ao nosso destino. Na foto abaixo, o nosso barco no pier da Isla del Sol:

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A primeira parte do passeio é uma leve caminhada – sobe-se alguns degraus, mas nada que chegue a tirar o fôlego… A paisagem é espetacular:

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Além da paisagem belí­ssima, a ilha também tem muita história a oferecer – são muitas as ruí­nas incas ao longo do caminho:

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Muitas vezes as ruí­nas têm uma localização mais do que estratégica – eu diria esplendorosa… 😉

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Após essa primeira parte do passeio, pode-se prosseguir por uma trilha que circunda a parte alta da ilha ou fazer a volta de barco. Eu preferi ser cautelosa e escolhi o barco – não tive a vista do alto da ilha, mas a que tive não me decepcionou:

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Do outro lado da ilha, a maior atração é a Fonte da Juventude, onde se chega por essa escadaria – alguém se habilita?

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Na volta para Copacabana fomos premiados com uma paisagem incrí­vel: a vista do Illimani, o cartão-postal da Bolí­via, um gigante de mais de 6.400 m de altura.

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Na foto não parece tão alto, né? É que o Lago Titicaca já está a quase 4.000 m de altitude…

23 pensou em “Isla del Sol

  1. Carla,

    tinha certeza que já tinha deixado meu comentário no post passado, mas fui procurar e percebi que minha memória anda uma caca!!! 😳

    Mas estou aqui de novo acompanhando suas aventuras na Bolí­via e nao deixo de me surpreender!!! É tudo muito lindo!

    O Titicaca e Machu Picchu sao meus sonhos de consumo na Am. do Sul!!! Vou continuar acompanhando e fazendo notas mentais!!!

    Abracos,
    Carla

  2. Carla, eu mesma fui surpreendida por toda essa beleza da Bolí­via! Foi uma super experiência, que me deixou com muita vontade de voltar um dia com mais calma pra me dedicar a descobrir outros recantos por lá…

  3. Carla, un espectáculo que corta el aliento.

    Inmenso espacio!. Cómo adoro los espacios como esos. En las ciudades nuestro espacio está limitado por todas partes.
    Y la fuente de la juventud: la llaman así­ porque la escalera que conduce hasta ella te mantiene en forma aeróbica!!!

    Y ¿Las ruinas de que siglo son?.
    Beijos.

  4. Que lugar lindo! Na minha cabeça de minhoca, achava que as ilhas eram ilhotas. Coisa de dar um pulinho e voltar pro barco. Tenho que largar minha vida sedentária pra poder subir essa escadaria…

    Beijos.

  5. Carmen, não sei exatamente de que século são as ruí­nas, mas são bem anteriores à chegada dos espanhóis…

    Alexandre, eu também imaginava que as ilhas eram bem menores – aliás, eu também imaginava que o próprio Lago Titicaca era bem menor…

  6. Mô, o risco de passar mal com a altitude existe mesmo… Depende de cada um, algumas pessoas são mais sensíveis a essas mudanças. Depois de alguns dias todo mundo se adapta, mas antes disso a melhor coisa é prevenir o mal estar com as “soroche pills” e chá de coca! 😉

  7. Majô e Mari, a beleza é muita mesmo… E o mérito não é das fotos, não! 😉

    Jorge, tomara que a Copa daqui colabore com o fim de semana! Como estão os planos de vocês?

    Ernesto, eu vou querer, sim! Te mando um email, Ok?

  8. Carla,

    Se tudo der certo, a gente estará aí­ amanhã ainda antes do almoço. Não temos nada marcado, você estará no Rio? Tem ainda meu telefone?

    O único programa que quero mesmo fazer é conhecer o Forte de Copacabana. O resto deve ser almoçar em algum lugar gostoso, caminhar no calçadão. Visitar a Livraria da Travessa, etc.

    O Arnaldo e a Majô fizeram contato. Provável que nós os encontremos para ir ao Jardim Botânico ou ao menos tomaremos um café. Nossos programas serão bem diurnos 🙂

  9. Oi, Jorge! Eu vou ficar no Rio, sim, e gostaria muito de vê-los! Não me dei conta que já estávamos na véspera do feriado… 😉 Ainda tenho o seu telefone, sim – cheguei a te passar o meu, não? Me incluam nos planos gerais, please…

  10. Carlota, vir aqui e ler os teus relatos já é uma homenagem!!

    Sempre venho aqui, mas as vezes não comento. Só “dou fé” dos teus relatos 😉

    Já te disse que depois de vir tantas vezes aqui acabaste despertando “ni mim” uma vontade de conhecer essas bandas aí­? Increí­ble!

    Bjão

  11. Corrigido, Camila! Eu não cheguei a pesquisar se haveria hospedagem lá, não, porque não teria tempo de ficar, de qualquer forma. Mas achei a ilha toda um pouco precária – se houver hospedagem, acho que se deve esperar que seja simples, talvez até um tanto rústica. 😉

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